Manifestantes ocupam a entrada da Odebrecht em Botafogo

Após as vitórias das ruas e o recuo do governo do estado do Rio na intenção de demolir as construções do entorno do Maracanã, foi dado um prazo de 20 dias para o consórcio liderado pela empresa Odebrecht decidir se segue à frente da concessão. Este prazo está chegando ao fim, mas as empresas já sinalizaram que pretendem permanecer à frente da concessão e “encontrar uma alternativa à sua viabilização e continuidade”. Ou seja: querem levar adiante a privatização do Maracanã que elevou os preços dos ingressos e elitizou, embranqueceu e padronizou o estádio e a torcida.

Com a clareza de que o Maracanã deve se manter público e popular, os manifestantes exigem ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA do estádio, ou seja, a anulação imediata da privatização; USO PÚBLICO, que o estádio sirva ao esporte, à cultura, ao lazer, à saúde e à educação da população; e que seja um ESTÁDIO POPULAR, com preços de ingressos acessíveis e setores populares. Também querem o respeito do direito ao trabalho de ambulantes e camelôs no entorno do Complexo em dias de eventos.

Informações da nota divulgada pelo Comitê Popular Rio Copa e Olimpíadas e pela Frente Nacional dos Torcedores-RJ. 

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